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Atividades da Aviação Agrícola

PEmprego de defensivos agrícolas, sólidos e líquidos.

Emprego de fertilizantes.

Semeadura.

Povoamento de águas.

Combate a incêndios .

Combate a vetores.

Nucleação de nuvens e outros.

Piloto agrícola

A Aviação Agrícola é um serviço especializado, regulamentado pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento e pelo Ministério da Aeronáutica.

A aplicação de defensivos, uréia granulada, semeadura de pastagens e coberturas, reflorestamento, povoamento de lagos e rios com peixes, o auxílio à saúde pública no combate a doenças endêmicas, entre diversas outras atividades, fazem do avião agrícola uma importante ferramenta na prestação de serviços.

No Brasil, a Aviação Agrícola iniciou-se em 1947, devido ao ataque de uma praga de gafanhotos na região de Pelotas, Rio Grande do Sul, onde foi realizado o primeiro vôo agrícola no País no dia 19 de agosto daquele ano.

Este dia foi instituído como o Dia Nacional da Aviação Agrícola, e o piloto civil Clóvis Candiota, que realizou o vôo, é considerado o Patrono da Aviação Agrícola.

 

Atividades da Aviação Agrícola:

Previsão de safra.

Agricultura, Silvicultura e Pecuária.

Inspeções.

Mapeamentos.

Sensoriamento remoto.

Adubação, semeadura, controle de pragas, doenças e ervas daninhas.

Agricultura, Silvicultura e Pecuária.

Inspeções.

Mapeamentos.

Sensoriamento remoto.

Cct, ccf e cht:

Para obter-se o Certificado de Conhecimentos Teóricos (CCT) é necessária à aprovação em uma prova aplicada pela Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) que contém 20 questões de cada matéria, na qual o aproveitamento mínimo deve ser de 70% de cada matéria, ou seja, 14 questões.

Embora para Piloto Privado não seja obrigatório fazer o curso para obtenção do CCT, podendo o aluno estudar sozinho para fazer a prova. Mediante a aprovação em exames prestados para a ANAC e de posse do Certificado de Conhecimentos Teóricos - CCT deve começar a parte prática, o aluno deve voar no mínimo 35 horas em um aeroclube homologado pela ANAC.

Mas antes de começar a voar é necessário ter o Certificado de Capacitação Física (CCF), que deve ser obtido em uma Junta Especial de Saúde (JES) do ministério da aeronáutica. Tal certificado possui duas categorias:

 

1a Classe: Destinado a pilotos comerciais, com validade de 1 ano.

 

2a Classe: Destinado a pilotos privados, com validade de 2 anos.

 

Com o CCF em mãos o piloto-aluno já pode iniciar a parte prática que inclui treinamento de curvas, subidas, descidas, estóis, emergências, decolagem, pouso, entre outros.

Feita as horas necessárias o piloto-aluno é submetido ao chamado "check", que é um vôo de aproximadamente 01 hora no qual é verificada sua habilidade aprendida durante o curso. Aprovado no seu "vôo de check" o até então piloto-aluno receberá sua licença de Piloto Privado de Avião, habilitando-o a voar aeronaves monomotoras, desde que não seja de maneira comercial ou remunerada.

Cumprida a instrução prática e teórica no equipamento, deverá solicitar, através da Gerência Regional (GER), o cheque em vôo por profissionais credenciados pela ANAC do seu piloto-aluno, para a posterior emissão do Certificado de Habilitação Técnica de Piloto Privado (CHT).

 

 

texto adaptado do portal info aviação

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